FCA anuncia plano
de investimentos de
R$ 391 milhões
A FCA (Ferrovia Centro-Atlbntica), que
administra a malha Centro-Leste, aumentou em 15% o volume de mercadorias transportadas no
ano passado em relação a 2000. No período, transportou 8,8 bilhões de TKU
(tonelada/quilômetro útil) contra 7,7 bilhões de TKU no ano anterior. O incremento na
movimentação de cargas, segundo a concessionária, foi uma decorrência dos
investimentos realizados: R$ 94 milhões. Os recursos foram direcionados para aumento da
segurança e otimização das operações. Com o resultado de 2001, a concessionária já
projeta para este ano um volume de transporte ainda maior. A perspectiva é a de que em
2002 a produção chegue a 10,9 bilhões de TKU. Quanto aos investimentos, o plano da
concessionária prevê um volume de recursos da ordem de R$ 391 bilhões no período
2000/2004. Do total, 88% serão destinados à reestruturação da via férrea e
aquisição e recuperação da frota. Em cinco anos de concessão da Rede Ferroviária
Federal, os investimentos da empresa vem contemplando várias áreas, desde recuperação
da via permanente e aquisição de equipamentos a campanhas educativas de
conscientização das comunidades integrantes dos 243 municipios em sete estados
abrangidos pela malha por ela administrada. Além de melhorias tecnológicas e de
segurança e qualificação profissional, os investimentos abrangem a preservação
ambiental.
Lufthansa amarga
queda no volume de
cargas e passageiros
As empresas aéreas do grupo Lufthansa amargaram uma queda global de 8,1% no volume de
carga transportada em 2001 em relação ao ano anterior. No total foram transportadas no
período 1,7 milhão de toneladas. O aproveitamento de espaço nas aeronaves da companhia
ficou em 62,8% - 5,4 pontos percentuais inferior ao obtido em 2000. Para a companhia, os
resultados de 2001 foram influenciados por uma conjuntura mundial desfavorável bem como
pelas conseqüências dos atentados terroristas de setembro nos Estados Unidos. No
segmento de passageiros, os resultados também foram negativos. De janeiro a dezembro de
2001, as empresas aéreas do grupo transportaram 45,7 milhões de passageiros, 2,7% a
menos do que no ano anterior. Destes, 39,7 milhões foram transportados pela Lufthansa
Passage Airline (- 3,8%). Na Lufthansa CityLine, devido à maior utilização de jatos
regionais em rotas da Lufthansa, o número de passageiros cresceu 4,6%, chegando a 6,0
milhões. Ao mesmo tempo em que a oferta foi ampliada em 2,1%, as vendas caíram 1,9%.
Conseqüentemente, o aproveitamento de espaço nos aviões de passageiros regrediu (menos
2,9 pontos percentuais), mas, mesmo assim, chegou a consideráveis 71,5%.
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DHL vai focar atenção
no
mercado de remessas expressas nas Américas Central e do Sul
Rafael Couttolenc é o novo vice-presidente da DHL Worldwide Express para a América
Latina. Ele foi diretor regional da companhia para o Cone Norte (incluindo México,
América Central, Pacto Andino e Caribe). Começou na empresa em 1994 como vice-presidente
de serviços no México e, em sua nova função, fará a supervisão das atividades dela
nesse país, América do Sul e América Central e Caribe, focando a atenção para a
expansão do mercado de remessas expressas internacionais.
No Brasil, a companhia está implantando um programa de gerenciamento de produtividade de
rotas em todas as filiais. O programa, denominado RPM (Route Productivity Management), é
um técnica original dos Estados Unidos, adaptada em todos os países nos quais a empresa
opera. "O RPM tem diversas fases de implementação, desde coleta de dados das rotas
feitas pelos couriers, mapeamento e desenho das mesmas até a determinação de metas de
produtividade para cada rota", explica Sérgio Santaella, coordenador do projeto RPM.
A meta de produtividade é baseada estatísticamente através do TLR (transportation Labor
Report), software que analisa as informações geradas diariamente pelos couriers e
supervisores, segundo explica.
O objetivo do programa é melhorar a qualidade da performance de entregas e coletas
diárias, levando em consideração o aumento da produtividade e a adequação das
necessidades dos couriers. Nas 72 rotas que a companhia opera na cidade de São Paulo, a
implementação do RPM trouxe uma produtividade 10% maior.
Subsidiária de Petrobrás
vai utilizar terminais no porto
de Aratu por mais 25 anos
A Fafen (Fábricas Fertilizantes Nitrogenados), subsidiária da Petrobrás, vai continuar
movimentando e estocando amônia e uréia no terminal de cargas do porto de Aratu, na
Bahia.
A Petrobrás e a Codeba (docas do estado da Bahia) renovaram o contrato de arrendamento do
terminal por mais 25 anos. Na licitação da área, a Petrobrás propôs o pagamento de R$
17,2 milhões.
Primeira empresa a se instalar no porto de Aratu, em 1978, a Fafen já ocupa uma área de
45 mil metros quadrados, onde mantém sua principal estrutura de estocagem de amônia.
Os terminais comportam até 30 mil toneladas do produto e 40 mil toneladas de uréia - e
se ligam com a fábrica e o Pólo de Camaçari por meio de ramal ferroviário e dutovia de
25 quilômetros.
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