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- Segundo vice-presidente
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- Vice-presidente para relações internacionais Thiers
Fattori Costa
- Vice-presidente para assuntos segurança
- Roberto Mira
- Vice-presidente para assuntos regionais no Rio de
Janeiro
- Eduardo Ferreira Rebuzzi
- Vice-presidente para assuntos regionais no Paraná
- Valmor Weiss
- Diretor Financeiro
- Francisco Pelúcio
-
- Diretores: Adir Luiz Fração, Carlos Eduardo
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Boscatto
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dos Transportes:
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de seus autores. Não expressam, necessariamente, o pensamento da NTC nem dos editores.
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Ao
leitor,
Desde os anos 80, o roubo de cargas vem atormentando os transportadores rodoviários do
país. Quando essa modalidade de crime teve início, chegou-se a pensar que o pesadelo
seria passageiro.
O tempo e a falta de atenção do poder público, que,
exceção a uma outra ação sem resultados práticos, levaram esta atividade criminosa a
se perpetuar. Mais que isso. Trata-se de uma atividade em plena expansão, apesar das
inúmeras medidas de prevenção adotadas pelos transportadores de cargas, chamadas de
gerenciamento de risco, item exigido pelo grupo de seguradoras com operação no mercado
de transporte rodoviário de cargas.
Tal crime, além de responder pelo assassinato de dezenas
de motoristas ao longo dessas duas décadas, tem causado prejuízos assombrosos. Segundo
um levantamento do Setcesp, nos três primeiros trimestre do ano passado, eles chegaram a
mais de R$ 160 milhões, apenas no estado de São Paulo. Em termos de Brasil, a estimativa
é que eles superem os R$ 500 milhões.
Desde quando iniciou, juntamente com outras entidades do
setor, um trabalho voltado para o combate ao roubo de cargas, ainda na década de 80, a
NTC vem defendendo junto ao poder público ações que tirem da liberdade os receptadores.
Afinal, acredita a entidade, que este tipo de crime só existe porque sempre há alguém
interessado na mercadoria roubada para negociá-la junto a estabelecimentos comerciais.
Por isso, é que tem reivindicado mudanças na legislação que venham a punir a
receptação. O problema: o pouco que se avançou em termos de legislação não é
suficiente para evitar que os receptadores se utilizem de inúmeros artíficios para
driblar a justiça. A conseqüência não poderia ser mais grave: ao lado do tráfico de
drogas e o de armas, o roubo de cargas tornou-se uma das principais fontes de recursos
para financiamento do crime organizado no país, segundo conclusão da Comissão
Parlamentar de Inquérito, criada especificamente para investigar as conexões das
quadrilhas que atuam contra os transportadores.
Os editores
ÍNDICE DAS NOTÍCIAS:
| Katoen Natie vai construir mais centros de distribuição |
| A grupo belga Katoen Natie do
Brasil, especializado em logística e com sede em Paulínia (SP), vai implantar um novo
sistema de logística de distribuição de produtos industriais no país. O financiamento
para o projeto, no valor de R$ 40 milhões, foi liberado pelo BNDES (nacional de
desenvolvimento), na segunda quinzena de janeiro |
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